Programação MN


Follow by Email

Mostrar mensagens com a etiqueta rock. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta rock. Mostrar todas as mensagens

quinta-feira, janeiro 23

[concerto] LAZY LIZARD


sexta, 24 de janeiro de 2014

concerto > rock > auditório > 23h | 11pm > €3

reservas para/reservations to: mercadonegro.reservas@gmail.com

o MN apresenta:

LAZY LIZARD [aveiro, pt]

A história dos Lazy Lizard é relativamente conhecida em Aveiro. No fim de 2012 e depois de algumas mudanças de formação, dá-se a entrada de Miguel Santos (ex-Wild Tiger Affair), marcando a viragem no som dos Lazy Lizard, até pelo assumir de funções na guitarra do João Fino. Sim, agora são 3 guitarras!

O comeback deu-se em Julho do ano passado no Kamalhão Rock Fest, em Coimbra. Depois desse concerto, contam-se passagens pelo Hard Club e Armazém do Chá (Porto), Stairway Club (Cascais), Sabotage Club (Lisboa). Pelo meio, é também de assinalar a participação na peça de dança contemporânea "Agora vejo-me debaixo de mim mesmo" da Companhia Instável, com duas datas no Teatro do Campo Alegre (Porto), tendo os Lazy Lizard sonorizado a peça em live-act.

Agora, nada melhor como começar o ano em casa!



links:
facebook lazy lizard
evento facebook

quinta-feira, outubro 3

[concerto] NICOTINE'S ORCHESTRA


sexta, 4 de outubro de 2013

concerto > rock/blues > auditório > 23h30 > €4

o MN apresenta:

NICOTINE'S ORCHESTRA [pt]

Nick Nicotine é o director do mais importante festival de garage rock da península ibérica, o Barreiro Rocks; é gerente do Estúdio King, incubadora do muito talento local da sua cidade; é o fundador de uma das mais antigas editoras de rock no país, a Hey! Pachuco; é, sobretudo, um dos mais importantes nomes da música independente na última década em Portugal. Depois de liderar os magníficos THE ACT-UPS, nome obrigatório numa história a escrever do melhor rock n’ roll feito em território nacional, formou a sua NICOTINE’S ORCHESTRA, que no espaço de quatro anos lançou 3 álbuns fundamentais: “La trahison des sons”, “Open Water” e “Ghosts and Spirits”. Foi precisamente este último disco que lhe granjeou uma atenção mais do que merecida um pouco por todo o país, através da imprensa, de uma cada vez maior base de fãs, ou via convites para colaborações com músicos como Tiago Guillul (da editora Flor Caveira) ou Fred Pinto Ferreira (baterista omnipresente em vários dos grandes projectos da música nacional actual, como Os Dias de Raiva, Orelha Negra ou Buraka Som Sistema).

A música desta orquestra faz-se de guitarras atormentadas pelo blues, de teclados hammond que se erguem para que o gospel profano se faça ouvir, e de uma voz de soulman que escala paredes acima, em canções que capturam o espírito de tudo o que de bom a música de raízes norte e sul americanas nos ofereceu nos últimos 50 anos. “Gypsicália”, o seu último trabalho de originais, que conta com as participações especiais dos gigantes brasileiros Alex Kassin e Marcelo Camelo e da portuguesa Miúda, assinalou um marco na discografia da Nicotine’s Orchestra: o da transcendência definitiva das fronteiras anglo-saxónicas nas quais sempre se movimentou e a abertura natural ao mundo da canção celebratória, agregadora e encantadora de multidões. “7713”, o seu novo lançamento, com o selo Optimus Discos, revisita todo este percurso singular, recuperando momentos da discografia da Orchestra, oferecendo-lhes novas roupagens, e mostrando de forma ainda mais marcante a visão tão pessoal de um cada vez mais certeiro escritor de canções, bem evidente em ‘Luna Loca’, tema inédito que encerra em beleza este disco.

Ao vivo, Nick Nicotine & Sus Muchachos instalam a festa em qualquer palco, em qualquer sala, a qualquer momento, numa celebração intensa de amor à música, aos blues, ao tropicalismo, à soul, ao rock n’roll.


links:
website
facebook
evento facebook

quarta-feira, setembro 11

[concerto duplo] CANGARRA + dUASsEMIcOLCHEIASiNVERTIDAS


quinta, 12 de setembro de 2013

concerto > rock/experimental/improv > auditório > 23h30 > €4

o MN apresenta:

dUASsEMIcOLCHEIASiNVERTIDAS (dSCi)

É díficil perceber como é que um grupo que surgiu de maneira acidental e improvisada, baptizado primeiro com um símbolo e depois com um nome impronunciável e incompreensível, cuja formação se manteve sempre em permanente mudança e com uma sonoridade tão bizarra, tenha sobrevivido até aqui. De facto não deixa de ser supreendente que este colectivo lisboeta ainda exista e que continue a não se levar demasiado a sério.

Em seis anos de actividade intensa e frenética, nos quais foram escrevendo um percurso único fora das margens do panorama musical português, os dSCi lançaram dois EPs em edição de autor “I” em 2008 e “II” em 2009, uma cassete pela editora A Giant Fern “SADITREVNiSAIEHCLOcIMEsSAUd“ em 2010 e um LP “4” em 2012, editado numa parceria com duas editoras portuguesas e quatro italianas. Todos os quais foram reeditados digitalmente para download livre pela netlabel Enough Records.
Além disso participaram em diversas compilações, fizeram seis digressões europeias e deram cerca de 250 concertos nas mais variadas situações e lugares.

E no meio disto tudo ainda arranjaram tempo para organizar dezenas de eventos com bandas portuguesas e internacionais um pouco por todo o país através da Associação Terapêutica do Ruído (entidade siamesa dos dSCi que se dedica à promoção de concertos dentro do espírito DIY e mais recentemente à edição e distribuição de discos) e também para formarem outros projectos paralelos como os Gan Gan Gan (com o poeta Tiago Gomes), os PPCM (com o pianista americano Thollem Mcdonas), o colectivo de djs Kafunfo noSoundsystem, os Cena 28, os Aye-Aye, os Jabutis, Gee Bees, Catapulta ou a Orquestra do Ruído, uma orquestra de música improvisada!

//

CANGARRA

"Formado por dois dos músicos mais inescapáveis das periferias que interessam, Cangarra alicerça-se de modo titânico na guitarra incandescente de Cláudio Fernandes (também Manuel Gião, ex-Debut!) e na bateria convulsa de Ricardo Martins (Lobster, R-, e um sem número de projectos). Já com vários registos auto-editados de forma gratuita, a música dos Cangarra evoca uma coda infinita, em que o limite do solo de guitarra é projectado para um dimensão psicadélica que se vai enredando continuamente na ferocidade do mais hiperactivo baterista do país. Bruta mas de desenho meticuloso, a música dos Cangarra arrepia caminho para fora de categorizações tépidas com toda uma segurança e urgência como há muito não víamos.” Bruno Silva

links:
dsci
cangarra
split tape cangarra/dsci
evento facebook