Programação MN


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quarta-feira, maio 8

[concerto] BIRDS ARE INDIE (indie pop)



4º Ciclo de Música Independente - "Dias de Murmürio"


sexta-feira, 10 de maio de 2013

concerto > indie/pop > sala laranja > 23h30 > €3 [entradas limitadas a 50 lugares - reservas com 1º e último nome para mercadonegro.reservas@gmail.com]

BIRDS ARE INDIE [pt, coimbra]

Birds are Indie são um rapaz e uma rapariga, de Coimbra, que se apaixonaram há quase 15 anos. Começaram a fazer músicas no início de 2010 e entretanto editaram dois EPs pela netlabel Mimi Records e outros dois em nome próprio. Finalmente, em 2012, ‘How Music Fits Our Silence’, o primeiro LP. Já tocaram por todo o país e pouco por Espanha, foram à rádio e à televisão, mas apesar de tudo isto, continuam a ser um projecto absolutamente descomprometido e nada virtuoso. Agora com a participação de um amigo de longa data, o mais importante persiste, ainda, o amor.

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terça-feira, maio 7

[concerto] EMPEROR X (singer-songwriter)


quinta, 9 maio '13
concerto > singer-songwriter/indie pop/folk > auditório > 22h30 > €5

o MN, o bolachas.org e a Cakes and Tapes apresentam:

EMPEROR X [usa]

Emperor X é o nome de guerra do norte-americano Chad Matheny, um ex-professor de ciências convertido em herói da canção pop de baixa fidelidade. A enormidade das melodias infecciosas saídas da guitarra de doze cordas de Matheny só encontra paralelo nas próprias letras das canções: ora fruto de word collages cujo significado só ele/nem ele (riscar o que não interessa) é capaz de explicitar, ora provenientes de uma imaginação cheia de assunto: se nunca ouviram canções cujas letras invocam a tentativa (e falhanço) de conserto de um aparelho de ar condicionado (como em "Compressor Repair") ou o surrealismo em forma de situação que é estar "At a Rave with Nicolas Sarkozy", não vale a pena procurarem mais. Está tudo aqui. Matheny poderia ser facilmente resumido como o discípulo maior da instituição indie que é John Darnielle (Mountain Goats), mas é muito mais que isso. Depois de tocar em arenas de laser tag, zonas industriais, túneis, bancos traseiros de automóveis ou parques de estacionamento, o peculiar escritor de peculiares canções proveniente de Jacksonville chega ao Mercado Negro e a Aveiro, em estreia nacional.

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quarta-feira, abril 10

[concerto duplo] DIVA + MATTHEWDAVID (electro-pop, ambient, electronica)


quinta, 11 abril '13
concerto duplo > electro-pop, electronica, ambient > auditório > 23h30 > €4 reserva, €5 na porta > reservas para mercadonegro.reservas@gmail.com

o MN, o bolachas.org e a Cakes and Tapes apresentam:

DIVA [usa | critical heights]

Poucos deverão lembrar-se dos BlackBlack, nem sequer a questão será relevante. Contudo, é uma referência interessante para perceber de onde veio e para vai Diva Dompé. Da noise-pop dos primeiros tempos até ao maravilhoso vórtex electro de agora, fica a breve passagem pelas Pocahaunted, facção seminal da melhor colheita da editora Not Not Fun.

A solo parece ter aplicado estas e outras experiências à sua abordagem actual. Contos oníricos entrelaçados a paisagens desconcertantes que Terry Gilliam certamente não desdenharia. A convivência permanente entre o bizarro e o adorável desemboca, estética e idealmente, nas canções criadas por Diva.

Pairando num tempo dúbio e recorrendo aos triunfos da baixa fidelidade, o mais recente ‘Moon Moods’ respira dessa névoa enigmática, adensada pelos mantras dos sintetizadores. Paisagens espaciais onde os planetas se assemelham a bolas de espelho e as estrelas brilham certamente com maior intensidade.
- NA/Galeria Zé dos Bois


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MATTHEWDAVID [usa | brainfeeder, leaving records]

Sem aparatos de maior, Matthewdavid tem vindo a consolidar nome na electrónica de vistas largas. A blogosfera mais atenta há muito que percebeu o potencial deste jovem produtor norte-americano, que lançou fortes cartadas em casas como a Stones Throw e Brainfeeder (do mago Flying Lotus) ou ainda na plataforma dublab. Uma visão holística do diálogo electro-acústico não distante daquela cultivada pelos Lucky Dragons que sabe igualmente tomar corpo ora no hip hop mais atmosférico, ora na pop de perfil retro-futurista.

Fluidez seja talvez a expressão-chave para definir o que se escuta no seu trabalho. O ritmo surge no centro de tudo e guia-se por essa característica aquosa de percorrer inclusive géneros menos expectáveis como a disco. Uma figura suis generis, felizmente de difícil descrição, que reúne tudo aquilo (ou quase tudo) que um melómano pode sonhar. Ser cool sem ceder a modas é assunto sério.
- NA/Galeria Zé dos Bois


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stream: Diva - Moon Moods LP