Programação MN


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segunda-feira, setembro 29

[concerto] KEVIN MORBY


quinta, 2 de outubro de 2014 // thursday, october 2nd 2014

concerto // concert > indie rock/singer-songwriter > 22h // 10pm

bolachas.org apresenta:

KEVIN MORBY [usa]

6€ pré-venda/reserva (email com 1º + último nome + nº de bilhetes desejados para mercadonegro.reservas@gmail.com) / 8€ na porta

€6 presale/reservation (first + last name + # of tickets to mercadonegro.reservas@gmail.com) / 8€ door


// PT

Comparado pela Allmusic ao Leonard Cohen dos inícios ou ao Bob Dylan de Blonde on Blonde e pela Pitchfork a songwriters mais recentes como Kurt Vile ou Cass McCombs, Kevin Morby apresenta-se pela primeira vez em Portugal em formato duo (com Justin Sullivan na bateria) com uma data exclusiva no MN.

Kevin Morby ficou conhecido pela sua actividade como baixista dos Woods e metade dos The Babies, banda que fundou em NY com Cassie Ramone, guitarrista das Vivian Girls. Em 2013, Morby editou o seu primeiro longa-duração a solo, Harlem River, um álbum para o qual contribuiu gente como a songwriter galesa Cate le Bon ou o prolífero Tim Presley (White Fence).

Harlem River é uma carta de amor a Nova Iorque, cidade que acolheu o texano antes de se mudar de novo para Los Angeles, onde vive actualmente e onde gravou o seu segundo disco, Still Life, com edição prevista para o próximo mês de outubro, na Woodsist Records (casa e ex-casa de bandas como Real Estate, Woods, Thee Oh Sees, Sun Araw, White Fence...).


// EN

Harlem River marks the solo debut of songwriter Kevin Morby. Known for his work as the singer/guitarist for the Brooklyn band The Babies and bassist for Woods, the Kansas City native and new Los Angeles resident, calls the record “an homage to New York City,” his adopted home for the past five years.

Harlem River features eight interweaving tales of tragedy and misfortune; a series of desperate characters playing out their dramas with the city as backdrop. A departure from some of the signature sounds of his better known projects, Morby’s songs glisten with a haunting intimacy and while he maintains that the songs are stories about other people, it’s hard not to feel a piece of him in each one; a half-imagined, half-painfully personal world of lost love, addiction, violence and prayers for the departed.

The album was recorded in Los Angeles in February and March of ’13 with producer Rob Barbato who recorded The Babies’ second album, Our House On The Hill, and whose guitar and bass work figure prominently on Harlem River. The album also features drummer Justin Sullivan (The Babies) as well as contributions from Will Canzoneri, Tim Presley (White Fence), Dan Lead, and Cate Le Bon.


links:
facebook Kevin Morby
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woodsist.com

segunda-feira, maio 19

[concerto] WILL STRATTON


quarta, 21 de maio de 2014 // wednesday, may 21st 2014

concerto // concert > folk/singer-songwriter > 22h // 10pm

Cakes and Tapes apresenta:

WILL STRATTON [usa]

4€ pré-venda/reserva (email com 1º + último nome + nº de bilhetes desejados para mercadonegro.reservas@gmail.com) / 6€ na porta

€4 presale/reservation (first + last name + # of tickets to mercadonegro.reservas@gmail.com) / 6€ door


// PT

Pela primeira vez (e com data única) em Portugal, Will Stratton traz ao MN "Gray Lodge Wisdom", o seu sexto álbum em apenas oito anos. Gravado com a ajuda de amigos ilustres (Nico Muhly, Tiny Ruins, The Weather Station), "Gray Lodge Wisdom" foi escrito durante um ano complicado para Stratton, a braços com sessões de quimioterapia, operações e outros tratamentos. O resultado é uma sucessão de canções que reflectem a luta diária de Stratton entre a luz, a escuridão e o espectro que compreende o espaço entre estas.


// EN

“Will Stratton’s songs are beautiful and bracing, despite — or maybe because of — the abstract, ambitious goals that motivate him…[his] songs gain strength from their ambiguity; stylistically, they’re too imaginative to be easily pigeonholed. Sufjan Stevens and Nick Drake both work as reference points; like them, Stratton makes songs that are elegantly orchestrated. But Stratton is rapidly coming into his own.” – David Garland, NPR Music

“The talent seeping out of this record makes me equal parts jealous and joyful that such beauty exists in this lonesome world. Someone needs to sign this kid. Like, yesterday.” – Mark Schoneveld, YVYNYL



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willstratton.com

segunda-feira, maio 12

[concerto] MATT ELLIOTT


quarta, 14 de maio de 2014 // wednesday, may 14th 2014

concerto // concert > folk/singer-songwriter > 22h30 // 10:30pm

Cakes and Tapes apresenta:

MATT ELLIOTT [uk]

5€ pré-venda/reserva (email com 1º + último nome + nº de bilhetes desejados para mercadonegro.reservas@gmail.com) / 7€ na porta

€5 presale/reservation (first + last name + # of tickets to mercadonegro.reservas@gmail.com) / 7€ door


// PT

Matt Elliott dispensa apresentações. Depois de um memorável concerto em maio de 2012, o britânico apresenta-se de novo no Mercado Negro com "Only Myocardial Infarction Can Break Your Heart", o sexto álbum de uma carreira a solo iniciada em 2003 e marcada pela trilogia Drinking, Failing e Howling Songs, palavras que por si só espelham os ambientes melancólicos que Elliott é capaz de transmitir através da sua música, muitas vezes transformando suaves canções de voz calma e soturna, acompanhada por uma guitarra acústica dedilhada, em tempestades sónicas aterradoras, repletas de camadas e uivos que aparentam ser emanados por um qualquer fantasma solitário, derrotado pelas agruras da vida. É este o universo de Matt Elliott, mestre em demonstrar-nos que é possível encontrar uma estranha beleza na miséria da condição humana.


// EN

Matt Elliott is a singer/songwriter from Bristol, United Kingdom, who plays folk music with an approach of a dark ambience. He also produced & recorded under the name The Third Eye Foundation. Elliott was first inspired to investigate & to attempt to understand music at around 7 years old on hearing the mournful tones of a russian orthodox choir & wondering how music alone can move you to tears. This would eventually inspire him to study music un-academically through his own research into sound & music.



links:
facebook Matt Elliott
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thirdeyefoundation.com

terça-feira, maio 6

[concerto] OLD JERUSALEM


quarta, 7 de maio de 2014 // wednesday, may 7th 2014

concerto // concert > folk/singer-songwriter > 22h // 10pm

Cakes and Tapes apresenta:

OLD JERUSALEM [portugal]

3€ pré-venda/reserva (email com 1º + último nome + nº de bilhetes desejados para mercadonegro.reservas@gmail.com) / 5€ na porta

€3 presale/reservation (first + last name + # of tickets to mercadonegro.reservas@gmail.com) / 5€ doors


// PT

Old Jerusalem - nome inspirado numa canção de Will Oldham - é o projeto do portuense Francisco Silva, escritor de canções com provas dadas em editoras como a Bor Land (onde editou o brilhante álbum de estreia, April), Rastilho (a consagração com Two Birds Blessing, de 2009) ou o coletivo PAD, onde editou o seu mais recente álbum homónimo.

Actualmente a gravar o sexto álbum e longe dos palcos há algum tempo, o concerto no Mercado Negro é uma oportunidade rara para ouvir as canções de Old Jerusalem.


// EN

Old Jerusalem - a moniker inspired by a Will Oldham song, which probably says a lot about how his music sounds like - is a project led by the Portuguese musician Francisco Silva. Playing a solo show while recording his sixth album, the Mercado Negro show is a rare chance to catch Old J live on stage.


links:
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oldjerusalem.net

segunda-feira, fevereiro 3

[concerto] BASIA BULAT


quarta, 5 de fevereiro de 2014 // wednesday, february 5th 2014

concerto // concert > folk/singer-songwriter > 22h // 10pm

BASIA BULAT [canada]

5€ pré-venda/reserva (email com 1º + último nome + nº de bilhetes desejados para mercadonegro.reservas@gmail.com) / 7€ no dia

€5 presale/reservation (first + last name + # of tickets to mercadonegro.reservas@gmail.com) / 7€ doors

"a sound that nods to Fleetwood Mac and the early Joni Mitchell. Ms. Bulat has a voice well suited to interiority, warm and honeyed" - The New York Times

"Canada's legacy of female folk legends is secured in Basia Bulat, who has crafted the album of the year in Tall Tall Shadow." - Huffington Post

// PT

Frequentemente comparada a pesos pesados como Joni Mitchell e Stevie Nicks, e após partilhar palcos com gente ilustre como Nick Cave, Andrew Bird, St. Vincent, The National ou Arcade Fire, a singer-songwriter canadiana de ascendência polaca Basia Bulat apresenta-se em Portugal pela primeira vez para uma data única no Mercado Negro, onde apresentará o seu terceiro álbum, Tall Tall Shadow.

Álbum do ano para o Huffington Post e para Bob Odenkirk (Saul Goodman em "Breaking Bad"), Tall Tall Shadow - produzido por Tim Kingsbury dos Arcade Fire e por Mark Lawson, responsável pelo aclamado terceiro álbum da banda de Montréal, The Suburbs - é o ponto mais alto da carreira da multiinstrumentalista canadiana, cujos dois primeiros álbuns, Oh, My Darling e Heart of My Own lhe valeram nomeações para os prestigiados prémios Polaris e Juno. Aclamada por publicações de renome como a The New Yorker, a Pitchfork ou a SPIN, o concerto de Aveiro será uma das últimas oportunidades de ver Basia Bulat a subir ao palco de uma sala pequena.

// EN

Secret City Records will release Basia Bulat’s long-awaited third album, Tall Tall Shadow on October 1st. Co-produced with Grammy-winning engineer Mark Lawson and Arcade Fire’s Tim Kingsbury, Tall Tall Shadow marks something of a departure from her earlier work. “This time around I felt braver,” Basia says, “I wanted to play with electric and electronic sounds, exploring the boundaries of the folk music some people know me for.”

Tall Tall Shadow follows 2007’s Polaris-nominated debut, Oh, My Darling, and her Juno-nominated 2010 album Heart of My Own, which was praised by NPR for its focus on her “unwavering voice, a single powerful element.” Tall Tall Shadow is inspired in equal parts by tragic loss and abundant joy. “Writing songs,” she says, “I've been trying to just get out of my own way - just trying to be truthful with myself about the kind of thoughts and feelings that are coming up.”

In the studio, Bulat says, “I wanted a challenge … something different,” which her co-producers helped to provide. “Mark hears things in my songs that surprise me,” she says, adding “Tim’s my good luck charm; he can play almost anything and everything, and my best vocal takes happen whenever he’s in the room.”

Basia has garnered great critical acclaim over the years; SPIN praises the singer’s “bright harmonies and … resonant alto voice” while Pitchfork praises her “rare, extraordinary voice.” She has toured in the U.S., Canada, Europe and Australia sharing the stage with artists including Andrew Bird, St Vincent, Beirut, tUnE-yArDs, Arcade Fire and Nick Cave. She has collaborated with Owen Pallett, who created orchestral arrangements of a selection of Basia’s songs that have been performed by many Canadian orchestras. Basia has also been invited in recent years to aid in feting Canadian legends Leonard Cohen (Glenn Gould Prize, 2012) and Daniel Lanois (Governor General’s Award, 2013).


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basiabulat.com

quarta-feira, junho 5

[concerto duplo] WOODPECKER WOOLIAMS + MUTE SWIMMER


O MN, o bolachas.org e a Cakes and Tapes apresentam:

sexta, 7 junho '13
concerto duplo > indie pop/folk/singer-songwriter > auditório > 23h00 > €5 venda antecipada/reserva (mercadonegro.reservas@gmail.com) / €7 na porta

WOODPECKER WOOLIAMS [uk / woodland recordings | robot elephant records]

Gemma Williams não sabe parar quieta: é apicultora, xamã, parteira, multi-instrumentalista (harpa, kora, teclados vários, clarinete, bateria, etc – este ‘etc’ é para levar bem a sério) e escritora de canções sob o nome Woodpecker Wooliams. A harpa e a voz vibrante e doce da nativa de Brighton levam-na a óbvias comparações com Joanna Newsom, mas em “The Bird School of Being Human”, álbum do ano passado que apresentará em estreia nacional, dissipa todas as dúvidas que pudessem restar: Williams/Wooliams é songwriter única no panorama indie. A BBC e o Guardian que o digam.

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MUTE SWIMMER [uk / woodland recordings]

Mute Swimmer é Guy Dale, artista visual e escritor de canções pouco convencional à imagem de Matt Elliott, David Thomas Broughton ou Alasdair Roberts (com quem partilhou palcos). Em palco, para além de músico é um autêntico performer, endereçando as suas canções ao público em discurso direto de forma quase teatral. O britânico radicado em Berlim traz na bagagem uma guitarra acústica e temas enormes como “Song Against Itself” (single da semana na famosa loja de discos londrina Rough Trade) ou “Different Name”.

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quinta-feira, maio 16

[concerto] ARBOREA (folk)


sábado, 18 de Maio de 2013

concerto > folk/psych folk/new weird america > auditório > 22h30 > €4

o MN, o bolachas.org e a Cakes and Tapes apresentam:

ARBOREA [usa]

Uma instituição da mais autêntica tradição folk norte-americana, o duo proveniente do bucólico estado do Maine está de regresso a Portugal e apresenta-se pela primeira vez em Aveiro para apresentar Fortress of the Sun, o seu quinto álbum, editado pela importante ESP-DISK’ (Albert Ayler, Sun Ra, Yma Sumac). Associados ao movimento New Weird America, inspirado na psicadelia anglo-saxónica dos anos 60 e do qual fazem parte artistas como Akron/Family, Vetiver, Josephine Foster ou Joanna Newsom, Buck e Shanti Curran fazem-se acompanhar por uma panóplia de instrumentos tradicionais como o harmónio, o banjo ou o dulcimer.

“Husband and wife team, Buck and Shanti Curran, construct a fragile, resonant world with a lingering Americana after-taste, shimmering with the same wide-open spaces Ry Cooder's captured so well on Paris, Texas.” – BBC

“Rooted in acoustic traditions, the music of Arborea stands out for its calm beauty and rough edges.” – NPR


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terça-feira, maio 7

[concerto] EMPEROR X (singer-songwriter)


quinta, 9 maio '13
concerto > singer-songwriter/indie pop/folk > auditório > 22h30 > €5

o MN, o bolachas.org e a Cakes and Tapes apresentam:

EMPEROR X [usa]

Emperor X é o nome de guerra do norte-americano Chad Matheny, um ex-professor de ciências convertido em herói da canção pop de baixa fidelidade. A enormidade das melodias infecciosas saídas da guitarra de doze cordas de Matheny só encontra paralelo nas próprias letras das canções: ora fruto de word collages cujo significado só ele/nem ele (riscar o que não interessa) é capaz de explicitar, ora provenientes de uma imaginação cheia de assunto: se nunca ouviram canções cujas letras invocam a tentativa (e falhanço) de conserto de um aparelho de ar condicionado (como em "Compressor Repair") ou o surrealismo em forma de situação que é estar "At a Rave with Nicolas Sarkozy", não vale a pena procurarem mais. Está tudo aqui. Matheny poderia ser facilmente resumido como o discípulo maior da instituição indie que é John Darnielle (Mountain Goats), mas é muito mais que isso. Depois de tocar em arenas de laser tag, zonas industriais, túneis, bancos traseiros de automóveis ou parques de estacionamento, o peculiar escritor de peculiares canções proveniente de Jacksonville chega ao Mercado Negro e a Aveiro, em estreia nacional.

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quarta-feira, abril 10

[concerto duplo] DIVA + MATTHEWDAVID (electro-pop, ambient, electronica)


quinta, 11 abril '13
concerto duplo > electro-pop, electronica, ambient > auditório > 23h30 > €4 reserva, €5 na porta > reservas para mercadonegro.reservas@gmail.com

o MN, o bolachas.org e a Cakes and Tapes apresentam:

DIVA [usa | critical heights]

Poucos deverão lembrar-se dos BlackBlack, nem sequer a questão será relevante. Contudo, é uma referência interessante para perceber de onde veio e para vai Diva Dompé. Da noise-pop dos primeiros tempos até ao maravilhoso vórtex electro de agora, fica a breve passagem pelas Pocahaunted, facção seminal da melhor colheita da editora Not Not Fun.

A solo parece ter aplicado estas e outras experiências à sua abordagem actual. Contos oníricos entrelaçados a paisagens desconcertantes que Terry Gilliam certamente não desdenharia. A convivência permanente entre o bizarro e o adorável desemboca, estética e idealmente, nas canções criadas por Diva.

Pairando num tempo dúbio e recorrendo aos triunfos da baixa fidelidade, o mais recente ‘Moon Moods’ respira dessa névoa enigmática, adensada pelos mantras dos sintetizadores. Paisagens espaciais onde os planetas se assemelham a bolas de espelho e as estrelas brilham certamente com maior intensidade.
- NA/Galeria Zé dos Bois


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MATTHEWDAVID [usa | brainfeeder, leaving records]

Sem aparatos de maior, Matthewdavid tem vindo a consolidar nome na electrónica de vistas largas. A blogosfera mais atenta há muito que percebeu o potencial deste jovem produtor norte-americano, que lançou fortes cartadas em casas como a Stones Throw e Brainfeeder (do mago Flying Lotus) ou ainda na plataforma dublab. Uma visão holística do diálogo electro-acústico não distante daquela cultivada pelos Lucky Dragons que sabe igualmente tomar corpo ora no hip hop mais atmosférico, ora na pop de perfil retro-futurista.

Fluidez seja talvez a expressão-chave para definir o que se escuta no seu trabalho. O ritmo surge no centro de tudo e guia-se por essa característica aquosa de percorrer inclusive géneros menos expectáveis como a disco. Uma figura suis generis, felizmente de difícil descrição, que reúne tudo aquilo (ou quase tudo) que um melómano pode sonhar. Ser cool sem ceder a modas é assunto sério.
- NA/Galeria Zé dos Bois


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stream: Diva - Moon Moods LP

quinta-feira, março 7

[concerto] PLASTIC FLOWERS (dream pop/electrónica)


sexta, 8 março '13
concerto + dj set > dream pop/electrónica > auditório > 23h30 > €3

PLASTIC FLOWERS [grécia | cakes and tapes/manic pop! records]

Formados em 2011 em Salónica, Grécia, os Plastic Flowers contam já com três EPs (dois com edição em cassete pela portuguesa Cakes and Tapes e o mais recente, Aftermath, pela americana Manic Pop! Records) e três singles editados. Estreiam-se em Portugal com uma pequena tour de quatro dias, antes de voarem para o outro lado do Atlântico, onde farão uma tour na costa leste dos Estados Unidos e estarão presentes no festival South by Southwest (SXSW), em Austin, Texas. Na música dos Plastic Flowers, as guitarras tímidas, que muito devem à dream pop e ao shoegaze (que saudades dos inícios dos 90s), encontram a harmonia dos sintetizadores, mas não raras vezes saem da zona de conforto.


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after: dj set YARR! [pt | indie pop/rock]

domingo, fevereiro 24

[concerto] DAVID BAZAN + MARCO Z (folk, singer-songwriter)


terça, 26 fevereiro '13
concerto duplo > folk/singer-songwriter > auditório > 21h30 > €5 venda antecipada/reserva; €6 na porta (reservas para mercadonegro.reservas@gmail.com até às 17h00 do dia do concerto)

David Bazan é o homem por detrás dos Pedro the Lion, banda essencial da cena indie rock de Seattle do fim dos 90s, onde ao mesmo tempo apareciam nomes como Death Cab for Cutie, Modest Mouse e Minus the Bear. Apesar de ter dissolvido a banda em 2005, Bazan não parou: entre os The Headphones, a Undertow Orchestra - na qual colaborou com songwriters como Vic Chesnutt, Mark Eitzel ou Will Johnson - e uma carreira em nome próprio, com dois discos editados, continuou a refinar a sua escrita de canções e apresenta-se pela primeira vez em Portugal, numa rara incursão por terras europeias, para tocar novos temas e revisitar o catálogo de Pedro the Lion, entretanto reeditado em vinil pela Jade Tree.


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ouvir: "Priests and Paramedics"

abertura: MARCO Z (bélgica | singer-songwriter)
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ouvir: "I'm a Bird"

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em breve no MN:
sexta, 1 março > Fanfarra Káustica
sexta, 8 março > Plastic Flowers + YARR! dj set
sábado, 9 março > Orn Spirit