Programação MN


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segunda-feira, setembro 29

[concerto] KEVIN MORBY


quinta, 2 de outubro de 2014 // thursday, october 2nd 2014

concerto // concert > indie rock/singer-songwriter > 22h // 10pm

bolachas.org apresenta:

KEVIN MORBY [usa]

6€ pré-venda/reserva (email com 1º + último nome + nº de bilhetes desejados para mercadonegro.reservas@gmail.com) / 8€ na porta

€6 presale/reservation (first + last name + # of tickets to mercadonegro.reservas@gmail.com) / 8€ door


// PT

Comparado pela Allmusic ao Leonard Cohen dos inícios ou ao Bob Dylan de Blonde on Blonde e pela Pitchfork a songwriters mais recentes como Kurt Vile ou Cass McCombs, Kevin Morby apresenta-se pela primeira vez em Portugal em formato duo (com Justin Sullivan na bateria) com uma data exclusiva no MN.

Kevin Morby ficou conhecido pela sua actividade como baixista dos Woods e metade dos The Babies, banda que fundou em NY com Cassie Ramone, guitarrista das Vivian Girls. Em 2013, Morby editou o seu primeiro longa-duração a solo, Harlem River, um álbum para o qual contribuiu gente como a songwriter galesa Cate le Bon ou o prolífero Tim Presley (White Fence).

Harlem River é uma carta de amor a Nova Iorque, cidade que acolheu o texano antes de se mudar de novo para Los Angeles, onde vive actualmente e onde gravou o seu segundo disco, Still Life, com edição prevista para o próximo mês de outubro, na Woodsist Records (casa e ex-casa de bandas como Real Estate, Woods, Thee Oh Sees, Sun Araw, White Fence...).


// EN

Harlem River marks the solo debut of songwriter Kevin Morby. Known for his work as the singer/guitarist for the Brooklyn band The Babies and bassist for Woods, the Kansas City native and new Los Angeles resident, calls the record “an homage to New York City,” his adopted home for the past five years.

Harlem River features eight interweaving tales of tragedy and misfortune; a series of desperate characters playing out their dramas with the city as backdrop. A departure from some of the signature sounds of his better known projects, Morby’s songs glisten with a haunting intimacy and while he maintains that the songs are stories about other people, it’s hard not to feel a piece of him in each one; a half-imagined, half-painfully personal world of lost love, addiction, violence and prayers for the departed.

The album was recorded in Los Angeles in February and March of ’13 with producer Rob Barbato who recorded The Babies’ second album, Our House On The Hill, and whose guitar and bass work figure prominently on Harlem River. The album also features drummer Justin Sullivan (The Babies) as well as contributions from Will Canzoneri, Tim Presley (White Fence), Dan Lead, and Cate Le Bon.


links:
facebook Kevin Morby
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woodsist.com

segunda-feira, maio 19

[concerto] WILL STRATTON


quarta, 21 de maio de 2014 // wednesday, may 21st 2014

concerto // concert > folk/singer-songwriter > 22h // 10pm

Cakes and Tapes apresenta:

WILL STRATTON [usa]

4€ pré-venda/reserva (email com 1º + último nome + nº de bilhetes desejados para mercadonegro.reservas@gmail.com) / 6€ na porta

€4 presale/reservation (first + last name + # of tickets to mercadonegro.reservas@gmail.com) / 6€ door


// PT

Pela primeira vez (e com data única) em Portugal, Will Stratton traz ao MN "Gray Lodge Wisdom", o seu sexto álbum em apenas oito anos. Gravado com a ajuda de amigos ilustres (Nico Muhly, Tiny Ruins, The Weather Station), "Gray Lodge Wisdom" foi escrito durante um ano complicado para Stratton, a braços com sessões de quimioterapia, operações e outros tratamentos. O resultado é uma sucessão de canções que reflectem a luta diária de Stratton entre a luz, a escuridão e o espectro que compreende o espaço entre estas.


// EN

“Will Stratton’s songs are beautiful and bracing, despite — or maybe because of — the abstract, ambitious goals that motivate him…[his] songs gain strength from their ambiguity; stylistically, they’re too imaginative to be easily pigeonholed. Sufjan Stevens and Nick Drake both work as reference points; like them, Stratton makes songs that are elegantly orchestrated. But Stratton is rapidly coming into his own.” – David Garland, NPR Music

“The talent seeping out of this record makes me equal parts jealous and joyful that such beauty exists in this lonesome world. Someone needs to sign this kid. Like, yesterday.” – Mark Schoneveld, YVYNYL



links:
facebook Will Stratton
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willstratton.com

segunda-feira, maio 12

[concerto] MATT ELLIOTT


quarta, 14 de maio de 2014 // wednesday, may 14th 2014

concerto // concert > folk/singer-songwriter > 22h30 // 10:30pm

Cakes and Tapes apresenta:

MATT ELLIOTT [uk]

5€ pré-venda/reserva (email com 1º + último nome + nº de bilhetes desejados para mercadonegro.reservas@gmail.com) / 7€ na porta

€5 presale/reservation (first + last name + # of tickets to mercadonegro.reservas@gmail.com) / 7€ door


// PT

Matt Elliott dispensa apresentações. Depois de um memorável concerto em maio de 2012, o britânico apresenta-se de novo no Mercado Negro com "Only Myocardial Infarction Can Break Your Heart", o sexto álbum de uma carreira a solo iniciada em 2003 e marcada pela trilogia Drinking, Failing e Howling Songs, palavras que por si só espelham os ambientes melancólicos que Elliott é capaz de transmitir através da sua música, muitas vezes transformando suaves canções de voz calma e soturna, acompanhada por uma guitarra acústica dedilhada, em tempestades sónicas aterradoras, repletas de camadas e uivos que aparentam ser emanados por um qualquer fantasma solitário, derrotado pelas agruras da vida. É este o universo de Matt Elliott, mestre em demonstrar-nos que é possível encontrar uma estranha beleza na miséria da condição humana.


// EN

Matt Elliott is a singer/songwriter from Bristol, United Kingdom, who plays folk music with an approach of a dark ambience. He also produced & recorded under the name The Third Eye Foundation. Elliott was first inspired to investigate & to attempt to understand music at around 7 years old on hearing the mournful tones of a russian orthodox choir & wondering how music alone can move you to tears. This would eventually inspire him to study music un-academically through his own research into sound & music.



links:
facebook Matt Elliott
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thirdeyefoundation.com

terça-feira, maio 6

[concerto] OLD JERUSALEM


quarta, 7 de maio de 2014 // wednesday, may 7th 2014

concerto // concert > folk/singer-songwriter > 22h // 10pm

Cakes and Tapes apresenta:

OLD JERUSALEM [portugal]

3€ pré-venda/reserva (email com 1º + último nome + nº de bilhetes desejados para mercadonegro.reservas@gmail.com) / 5€ na porta

€3 presale/reservation (first + last name + # of tickets to mercadonegro.reservas@gmail.com) / 5€ doors


// PT

Old Jerusalem - nome inspirado numa canção de Will Oldham - é o projeto do portuense Francisco Silva, escritor de canções com provas dadas em editoras como a Bor Land (onde editou o brilhante álbum de estreia, April), Rastilho (a consagração com Two Birds Blessing, de 2009) ou o coletivo PAD, onde editou o seu mais recente álbum homónimo.

Actualmente a gravar o sexto álbum e longe dos palcos há algum tempo, o concerto no Mercado Negro é uma oportunidade rara para ouvir as canções de Old Jerusalem.


// EN

Old Jerusalem - a moniker inspired by a Will Oldham song, which probably says a lot about how his music sounds like - is a project led by the Portuguese musician Francisco Silva. Playing a solo show while recording his sixth album, the Mercado Negro show is a rare chance to catch Old J live on stage.


links:
facebook Old Jerusalem
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oldjerusalem.net

terça-feira, abril 1

[concerto informal] JACKETX


quinta, 3 de abril de 2014 // thursday, april 3rd 2014

concerto informal // non-formal concert > sala laranja > electronic/live act > 23h // 11pm
entrada livre, doação livre // free entrance, please donate

JACKETX [PT]

"SeaFuzz" é o mais recente trabalho de Francisco Lima aka JACKETX. O sucessor de "Psychography" e "Dead Fish" é a junção duma guitarra distorcida e a electrónica psicadélica, alcançando um experimentalismo musical muito característico. Após o lançamento de "Psychography", Jacketx já partilhou palcos com nomes como Spacin' (Philadelphia, USA), Killimanjaro, Jibóia, Funkatomic e participou em eventos como o Caldas Late Night e o Indie Music Fest. Próxima quinta-feira, na sala laranja do MN.


links:
jacketx
bandcamp
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quarta-feira, fevereiro 5

[concerto] THE SOAKED LAMB


sexta, 7 de fevereiro de 2014 // friday, february 7th 2014

concerto // concert > blues/jazz/roots > 23h // 11pm

THE SOAKED LAMB [coimbra, PT]

4€ pré-venda/reserva (email com 1º + último nome + nº de bilhetes desejados para mercadonegro.reservas@gmail.com) / 5€ no dia

€4 presale/reservation (first + last name + # of tickets to mercadonegro.reservas@gmail.com) / 5€ doors

The Soaked Lamb não soam apenas a blues ao estilo de Piedmont, também trazem bocadinhos de ragtime, boogie-woogie, swing e gospel. O instrumento idiófono que se ouve por vezes, funciona graças à fricção dum pauzinho sobre um bocado de bambu, e é conhecido por reco-reco. É tocado pelo Miguel Lima, juntamente com a bateria e a percussão. O piano ouve-se - por vezes é um órgão -, com todas as teclas, graças ao Vasco Condessa, e o ar grave é dado pelo contrabaixo. O Gito é responsável por essa solenidade. É uma pessoa que se faz ouvir com menos cordas. São ambos, pianista e contrabaixista, publicitários nas horas vagas.O Afonso Cruz – realizador e ilustrador – toca guitarra, harmónica, cavaquinho/ukulele e banjo. Escreve letras, compõe, descompõe e canta. Às vezes tem barba outras bigode.A vocalização vem duma das pessoas mais femininas da banda, a Mariana Lima. Traz na voz sons que não se ouviam há mais de setenta anos e letras muito bonitas (algumas escritas por ela) em pentâmetros jâmbicos. O Tiago Albuquerque toca saxofone, clarinete, guitarra e, como se não bastasse, faz umas belas ilustrações, bem como filmes de animação. Usa vários tipos de chapéus.

O CD que se promove neste momento foi gravado aos domingos – calmamente, ao longo de mais de um ano – dias esses em que se comia ensopado de borrego e se gravavam blues ainda com o hálito a cravinho, cominhos e vinho. Facto que evidentemente se nota quando se ouvem as músicas com atenção.



links:
soakedlamb.com
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segunda-feira, fevereiro 3

[concerto] BASIA BULAT


quarta, 5 de fevereiro de 2014 // wednesday, february 5th 2014

concerto // concert > folk/singer-songwriter > 22h // 10pm

BASIA BULAT [canada]

5€ pré-venda/reserva (email com 1º + último nome + nº de bilhetes desejados para mercadonegro.reservas@gmail.com) / 7€ no dia

€5 presale/reservation (first + last name + # of tickets to mercadonegro.reservas@gmail.com) / 7€ doors

"a sound that nods to Fleetwood Mac and the early Joni Mitchell. Ms. Bulat has a voice well suited to interiority, warm and honeyed" - The New York Times

"Canada's legacy of female folk legends is secured in Basia Bulat, who has crafted the album of the year in Tall Tall Shadow." - Huffington Post

// PT

Frequentemente comparada a pesos pesados como Joni Mitchell e Stevie Nicks, e após partilhar palcos com gente ilustre como Nick Cave, Andrew Bird, St. Vincent, The National ou Arcade Fire, a singer-songwriter canadiana de ascendência polaca Basia Bulat apresenta-se em Portugal pela primeira vez para uma data única no Mercado Negro, onde apresentará o seu terceiro álbum, Tall Tall Shadow.

Álbum do ano para o Huffington Post e para Bob Odenkirk (Saul Goodman em "Breaking Bad"), Tall Tall Shadow - produzido por Tim Kingsbury dos Arcade Fire e por Mark Lawson, responsável pelo aclamado terceiro álbum da banda de Montréal, The Suburbs - é o ponto mais alto da carreira da multiinstrumentalista canadiana, cujos dois primeiros álbuns, Oh, My Darling e Heart of My Own lhe valeram nomeações para os prestigiados prémios Polaris e Juno. Aclamada por publicações de renome como a The New Yorker, a Pitchfork ou a SPIN, o concerto de Aveiro será uma das últimas oportunidades de ver Basia Bulat a subir ao palco de uma sala pequena.

// EN

Secret City Records will release Basia Bulat’s long-awaited third album, Tall Tall Shadow on October 1st. Co-produced with Grammy-winning engineer Mark Lawson and Arcade Fire’s Tim Kingsbury, Tall Tall Shadow marks something of a departure from her earlier work. “This time around I felt braver,” Basia says, “I wanted to play with electric and electronic sounds, exploring the boundaries of the folk music some people know me for.”

Tall Tall Shadow follows 2007’s Polaris-nominated debut, Oh, My Darling, and her Juno-nominated 2010 album Heart of My Own, which was praised by NPR for its focus on her “unwavering voice, a single powerful element.” Tall Tall Shadow is inspired in equal parts by tragic loss and abundant joy. “Writing songs,” she says, “I've been trying to just get out of my own way - just trying to be truthful with myself about the kind of thoughts and feelings that are coming up.”

In the studio, Bulat says, “I wanted a challenge … something different,” which her co-producers helped to provide. “Mark hears things in my songs that surprise me,” she says, adding “Tim’s my good luck charm; he can play almost anything and everything, and my best vocal takes happen whenever he’s in the room.”

Basia has garnered great critical acclaim over the years; SPIN praises the singer’s “bright harmonies and … resonant alto voice” while Pitchfork praises her “rare, extraordinary voice.” She has toured in the U.S., Canada, Europe and Australia sharing the stage with artists including Andrew Bird, St Vincent, Beirut, tUnE-yArDs, Arcade Fire and Nick Cave. She has collaborated with Owen Pallett, who created orchestral arrangements of a selection of Basia’s songs that have been performed by many Canadian orchestras. Basia has also been invited in recent years to aid in feting Canadian legends Leonard Cohen (Glenn Gould Prize, 2012) and Daniel Lanois (Governor General’s Award, 2013).


links:
facebook Basia Bulat
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basiabulat.com

quinta-feira, janeiro 23

[concerto] LAZY LIZARD


sexta, 24 de janeiro de 2014

concerto > rock > auditório > 23h | 11pm > €3

reservas para/reservations to: mercadonegro.reservas@gmail.com

o MN apresenta:

LAZY LIZARD [aveiro, pt]

A história dos Lazy Lizard é relativamente conhecida em Aveiro. No fim de 2012 e depois de algumas mudanças de formação, dá-se a entrada de Miguel Santos (ex-Wild Tiger Affair), marcando a viragem no som dos Lazy Lizard, até pelo assumir de funções na guitarra do João Fino. Sim, agora são 3 guitarras!

O comeback deu-se em Julho do ano passado no Kamalhão Rock Fest, em Coimbra. Depois desse concerto, contam-se passagens pelo Hard Club e Armazém do Chá (Porto), Stairway Club (Cascais), Sabotage Club (Lisboa). Pelo meio, é também de assinalar a participação na peça de dança contemporânea "Agora vejo-me debaixo de mim mesmo" da Companhia Instável, com duas datas no Teatro do Campo Alegre (Porto), tendo os Lazy Lizard sonorizado a peça em live-act.

Agora, nada melhor como começar o ano em casa!



links:
facebook lazy lizard
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quinta-feira, outubro 3

[concerto] NICOTINE'S ORCHESTRA


sexta, 4 de outubro de 2013

concerto > rock/blues > auditório > 23h30 > €4

o MN apresenta:

NICOTINE'S ORCHESTRA [pt]

Nick Nicotine é o director do mais importante festival de garage rock da península ibérica, o Barreiro Rocks; é gerente do Estúdio King, incubadora do muito talento local da sua cidade; é o fundador de uma das mais antigas editoras de rock no país, a Hey! Pachuco; é, sobretudo, um dos mais importantes nomes da música independente na última década em Portugal. Depois de liderar os magníficos THE ACT-UPS, nome obrigatório numa história a escrever do melhor rock n’ roll feito em território nacional, formou a sua NICOTINE’S ORCHESTRA, que no espaço de quatro anos lançou 3 álbuns fundamentais: “La trahison des sons”, “Open Water” e “Ghosts and Spirits”. Foi precisamente este último disco que lhe granjeou uma atenção mais do que merecida um pouco por todo o país, através da imprensa, de uma cada vez maior base de fãs, ou via convites para colaborações com músicos como Tiago Guillul (da editora Flor Caveira) ou Fred Pinto Ferreira (baterista omnipresente em vários dos grandes projectos da música nacional actual, como Os Dias de Raiva, Orelha Negra ou Buraka Som Sistema).

A música desta orquestra faz-se de guitarras atormentadas pelo blues, de teclados hammond que se erguem para que o gospel profano se faça ouvir, e de uma voz de soulman que escala paredes acima, em canções que capturam o espírito de tudo o que de bom a música de raízes norte e sul americanas nos ofereceu nos últimos 50 anos. “Gypsicália”, o seu último trabalho de originais, que conta com as participações especiais dos gigantes brasileiros Alex Kassin e Marcelo Camelo e da portuguesa Miúda, assinalou um marco na discografia da Nicotine’s Orchestra: o da transcendência definitiva das fronteiras anglo-saxónicas nas quais sempre se movimentou e a abertura natural ao mundo da canção celebratória, agregadora e encantadora de multidões. “7713”, o seu novo lançamento, com o selo Optimus Discos, revisita todo este percurso singular, recuperando momentos da discografia da Orchestra, oferecendo-lhes novas roupagens, e mostrando de forma ainda mais marcante a visão tão pessoal de um cada vez mais certeiro escritor de canções, bem evidente em ‘Luna Loca’, tema inédito que encerra em beleza este disco.

Ao vivo, Nick Nicotine & Sus Muchachos instalam a festa em qualquer palco, em qualquer sala, a qualquer momento, numa celebração intensa de amor à música, aos blues, ao tropicalismo, à soul, ao rock n’roll.


links:
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quarta-feira, outubro 2

[concerto] TILL SUNDAY PIRATE


quarta, 2 de outubro de 2013

concerto > one man didgeridoo band > sala vermelha > 23h59 > entrada livre

o MN apresenta:

TILL SUNDAY PIRATE [pt]

One Man Didgeridoo band é tribal! E assim que se apresenta o projecto que acaba por ser uma ramificação do trabalho com OliveTreeDance, com apenas um dos elementos a tocar o que os três músicos fazem respectivamente: Didgeridoo, Bateria e Multipercussão. No fundo, acaba por ser apenas um saborzinho do grande potencial da banda inteira mas a verdade é que existe uma certa espectacularidade na execução complexa destes três instrumentos ao mesmo tempo.

Oliver é um musico de rua e foi a partir da rua que conheceu a arte do espectáculo. Desde 1997 que intervém com a musica e ja fez com ela, parte de inúmeros projecto que beneficiaram grupos de cariz social. Participou em diversos festivais de busking na europa e foi baseado nesta experiencia que decidiu fundar One Man Band, afim de um só extrapolar os sentidos ritmico e de independencia que 3 instrumentos exigem. Como um desafio complexo comparado a alta intemperie no mar onde só o mais valente pirata se safa e ruma a bom porto até um domingo de sol. Dia calmo por excelencia e de devoção ao grande astro que nos oferece a sua energia vital.


links:
reverbnation
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quarta-feira, setembro 11

[concerto duplo] CANGARRA + dUASsEMIcOLCHEIASiNVERTIDAS


quinta, 12 de setembro de 2013

concerto > rock/experimental/improv > auditório > 23h30 > €4

o MN apresenta:

dUASsEMIcOLCHEIASiNVERTIDAS (dSCi)

É díficil perceber como é que um grupo que surgiu de maneira acidental e improvisada, baptizado primeiro com um símbolo e depois com um nome impronunciável e incompreensível, cuja formação se manteve sempre em permanente mudança e com uma sonoridade tão bizarra, tenha sobrevivido até aqui. De facto não deixa de ser supreendente que este colectivo lisboeta ainda exista e que continue a não se levar demasiado a sério.

Em seis anos de actividade intensa e frenética, nos quais foram escrevendo um percurso único fora das margens do panorama musical português, os dSCi lançaram dois EPs em edição de autor “I” em 2008 e “II” em 2009, uma cassete pela editora A Giant Fern “SADITREVNiSAIEHCLOcIMEsSAUd“ em 2010 e um LP “4” em 2012, editado numa parceria com duas editoras portuguesas e quatro italianas. Todos os quais foram reeditados digitalmente para download livre pela netlabel Enough Records.
Além disso participaram em diversas compilações, fizeram seis digressões europeias e deram cerca de 250 concertos nas mais variadas situações e lugares.

E no meio disto tudo ainda arranjaram tempo para organizar dezenas de eventos com bandas portuguesas e internacionais um pouco por todo o país através da Associação Terapêutica do Ruído (entidade siamesa dos dSCi que se dedica à promoção de concertos dentro do espírito DIY e mais recentemente à edição e distribuição de discos) e também para formarem outros projectos paralelos como os Gan Gan Gan (com o poeta Tiago Gomes), os PPCM (com o pianista americano Thollem Mcdonas), o colectivo de djs Kafunfo noSoundsystem, os Cena 28, os Aye-Aye, os Jabutis, Gee Bees, Catapulta ou a Orquestra do Ruído, uma orquestra de música improvisada!

//

CANGARRA

"Formado por dois dos músicos mais inescapáveis das periferias que interessam, Cangarra alicerça-se de modo titânico na guitarra incandescente de Cláudio Fernandes (também Manuel Gião, ex-Debut!) e na bateria convulsa de Ricardo Martins (Lobster, R-, e um sem número de projectos). Já com vários registos auto-editados de forma gratuita, a música dos Cangarra evoca uma coda infinita, em que o limite do solo de guitarra é projectado para um dimensão psicadélica que se vai enredando continuamente na ferocidade do mais hiperactivo baterista do país. Bruta mas de desenho meticuloso, a música dos Cangarra arrepia caminho para fora de categorizações tépidas com toda uma segurança e urgência como há muito não víamos.” Bruno Silva

links:
dsci
cangarra
split tape cangarra/dsci
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quinta-feira, junho 27

[concerto] OLIVE TREE DANCE


sexta, 28 de junho de 2013

concerto > didgeridoo/acoustic/trance/dnb/world/multi-instrumental > auditório > 23h59 > €4

(reservas para: mercadonegro.reservas@gmail.com com 1º e último nome + nº de bilhetes + contacto telefónico)

o MN apresenta:

OLIVE TREE DANCE [pt]

OliveTreeDance é um acto energético, revolucionário e poderoso. Inovadores e percursores de um movimento tribal único que funde didgeridoo com bateria e multipercussão, os OliveTreeDance são um trio
Internacional do Porto e uma das bandas independentes mais originais da actualidade que abriu portas à forma como se faz a dance music em Portugal.
Influenciados pela música e pelo mundo “reproduzem totalmente em acústico as sonoridades ancestrais de instrumentos indígenas, combinadas com a inspiração futurista das máquinas sonoras do nosso tempo”.

Assim se exprimem os OliveTreeDance - uma proposta alternativa à dance music contemporânea, que eleva a energia electrónica a uma dimensão orgânica e que rapidamente tem conquistado público por todo o mundo.

A música dos OliveTreeDance tem sido frequentemente classificada como “dança bio natural”, contando com uma base rítmica percussiva de expansão onde se faz flutuar o Didgeridoo.
Com anos de trabalho (em estrada e em estúdio) OliveTreeDance é para dançar e suar - num movimento estonteante!


links:
myspace
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quarta-feira, junho 5

[concerto duplo] WOODPECKER WOOLIAMS + MUTE SWIMMER


O MN, o bolachas.org e a Cakes and Tapes apresentam:

sexta, 7 junho '13
concerto duplo > indie pop/folk/singer-songwriter > auditório > 23h00 > €5 venda antecipada/reserva (mercadonegro.reservas@gmail.com) / €7 na porta

WOODPECKER WOOLIAMS [uk / woodland recordings | robot elephant records]

Gemma Williams não sabe parar quieta: é apicultora, xamã, parteira, multi-instrumentalista (harpa, kora, teclados vários, clarinete, bateria, etc – este ‘etc’ é para levar bem a sério) e escritora de canções sob o nome Woodpecker Wooliams. A harpa e a voz vibrante e doce da nativa de Brighton levam-na a óbvias comparações com Joanna Newsom, mas em “The Bird School of Being Human”, álbum do ano passado que apresentará em estreia nacional, dissipa todas as dúvidas que pudessem restar: Williams/Wooliams é songwriter única no panorama indie. A BBC e o Guardian que o digam.

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MUTE SWIMMER [uk / woodland recordings]

Mute Swimmer é Guy Dale, artista visual e escritor de canções pouco convencional à imagem de Matt Elliott, David Thomas Broughton ou Alasdair Roberts (com quem partilhou palcos). Em palco, para além de músico é um autêntico performer, endereçando as suas canções ao público em discurso direto de forma quase teatral. O britânico radicado em Berlim traz na bagagem uma guitarra acústica e temas enormes como “Song Against Itself” (single da semana na famosa loja de discos londrina Rough Trade) ou “Different Name”.

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quinta-feira, maio 16

[concerto] ARBOREA (folk)


sábado, 18 de Maio de 2013

concerto > folk/psych folk/new weird america > auditório > 22h30 > €4

o MN, o bolachas.org e a Cakes and Tapes apresentam:

ARBOREA [usa]

Uma instituição da mais autêntica tradição folk norte-americana, o duo proveniente do bucólico estado do Maine está de regresso a Portugal e apresenta-se pela primeira vez em Aveiro para apresentar Fortress of the Sun, o seu quinto álbum, editado pela importante ESP-DISK’ (Albert Ayler, Sun Ra, Yma Sumac). Associados ao movimento New Weird America, inspirado na psicadelia anglo-saxónica dos anos 60 e do qual fazem parte artistas como Akron/Family, Vetiver, Josephine Foster ou Joanna Newsom, Buck e Shanti Curran fazem-se acompanhar por uma panóplia de instrumentos tradicionais como o harmónio, o banjo ou o dulcimer.

“Husband and wife team, Buck and Shanti Curran, construct a fragile, resonant world with a lingering Americana after-taste, shimmering with the same wide-open spaces Ry Cooder's captured so well on Paris, Texas.” – BBC

“Rooted in acoustic traditions, the music of Arborea stands out for its calm beauty and rough edges.” – NPR


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quarta-feira, maio 15

[concerto] COELHO RADIOACTIVO (indie rock)



4º Ciclo de Música Independente - "Dias de Murmürio"


sexta-feira, 17 de maio de 2013

concerto > indie/rock > sala laranja > 23h30 > €3 [entradas limitadas a 50 lugares - reservas com 1º e último nome para mercadonegro.reservas@gmail.com]

COELHO RADIOACTIVO [pt, aveiro]

O Coelho Radioactivo faz suas, as suas canções. Espera que a inspiração venha e depois pede-lhe para ficar um bocadinho... porque saber-se exactamente o que se quer, nem sempre é uma qualidade. As suas canções, as que não podiam ser de mais ninguém, são canções feitas de noite, para terem o peso dos dias. E gravadas de manhã, para terem a frescura da noite.

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quarta-feira, maio 8

[concerto] BIRDS ARE INDIE (indie pop)



4º Ciclo de Música Independente - "Dias de Murmürio"


sexta-feira, 10 de maio de 2013

concerto > indie/pop > sala laranja > 23h30 > €3 [entradas limitadas a 50 lugares - reservas com 1º e último nome para mercadonegro.reservas@gmail.com]

BIRDS ARE INDIE [pt, coimbra]

Birds are Indie são um rapaz e uma rapariga, de Coimbra, que se apaixonaram há quase 15 anos. Começaram a fazer músicas no início de 2010 e entretanto editaram dois EPs pela netlabel Mimi Records e outros dois em nome próprio. Finalmente, em 2012, ‘How Music Fits Our Silence’, o primeiro LP. Já tocaram por todo o país e pouco por Espanha, foram à rádio e à televisão, mas apesar de tudo isto, continuam a ser um projecto absolutamente descomprometido e nada virtuoso. Agora com a participação de um amigo de longa data, o mais importante persiste, ainda, o amor.

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terça-feira, maio 7

[concerto] EMPEROR X (singer-songwriter)


quinta, 9 maio '13
concerto > singer-songwriter/indie pop/folk > auditório > 22h30 > €5

o MN, o bolachas.org e a Cakes and Tapes apresentam:

EMPEROR X [usa]

Emperor X é o nome de guerra do norte-americano Chad Matheny, um ex-professor de ciências convertido em herói da canção pop de baixa fidelidade. A enormidade das melodias infecciosas saídas da guitarra de doze cordas de Matheny só encontra paralelo nas próprias letras das canções: ora fruto de word collages cujo significado só ele/nem ele (riscar o que não interessa) é capaz de explicitar, ora provenientes de uma imaginação cheia de assunto: se nunca ouviram canções cujas letras invocam a tentativa (e falhanço) de conserto de um aparelho de ar condicionado (como em "Compressor Repair") ou o surrealismo em forma de situação que é estar "At a Rave with Nicolas Sarkozy", não vale a pena procurarem mais. Está tudo aqui. Matheny poderia ser facilmente resumido como o discípulo maior da instituição indie que é John Darnielle (Mountain Goats), mas é muito mais que isso. Depois de tocar em arenas de laser tag, zonas industriais, túneis, bancos traseiros de automóveis ou parques de estacionamento, o peculiar escritor de peculiares canções proveniente de Jacksonville chega ao Mercado Negro e a Aveiro, em estreia nacional.

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terça-feira, abril 23

[concerto] 10 000 RUSSOS (rock experimental)


quarta, 24 abril '13 [véspera de feriado]
concerto > rock experimental > auditório > 23h59 > €3

10 000 RUSSOS [pt]

Formados por uma alta patente do exército merovíngio e um xamã Tuva, 10 000 Russos conheceram-se após o saque de Roma.
Destinados a serem a banda sonora da decadência europeia, são sucessivamente expulsos de várias nações da Ásia Central e fixam-se numa pequena aldeia, de um país periférico, onde sabem que não serão perturbados.
É num centro comercial abandonado dessa pequena aldeia que preparam com rigor e disciplina o trabalho que será agora tornado público.



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sexta-feira, abril 19

[concerto duplo] EAK + SURVIVE THE WASTELAND (musclecore, death metal)


o MN e a Bleeding Heart apresentam:

sábado, 20 de abril '13
concerto duplo > musclecore, brutal death metal > auditório > 23h30 > €5

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EAK [musclecore | são joão da madeira]

Os E.A.K. (Extraterrestrial Alternative Knowledge) formaram-se em outubro de 2001 mas a falta de um local para ensaios contribuiu para que o projecto fosse posto de lado por tempo indefinido. Após 5 anos de interregno a banda volta a juntar-se em memória dos velhos tempos mas a química resultante desse reencontro rapidamente se tornou sinónimo de uma evolução que necessitava de ser partilhada fora das portas da sala de ensaio. Depois de uma série de ensaios e concertos chegaram ao alinhamento mais sólido que até ali tinham tido em termos de formação de elementos da banda, Jorge e Carlos (guitarras), Hélder (Baixo), Ricardo (bateria) e Paulo (Voz) e gravaram 2 EPs: «3 Steps To Nothing» (2003) e «Musclecore» (2006) os quais arrancaram fortes reacções quer da massa crítica quer da imprensa. Agora com um novo baixista, voltam a Aveiro mas desta vez ao auditório do mercado negro na companhia de Survive The Wasteland que abrirá as hostes para este colectivo practicante de um hardcore, diga-se já, cada vez mais cheio de músculo.

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SURVIVE THE WASTELAND [brutal death metal | porto]

O quinteto de death metal de Matosinhos/Porto Survive The Wasteland [ex-SuffocHate] acaba de divulgar um vídeo de estúdio onde é possível vê-la interpretar o tema inédito "Stolen Cerimony".

A 3 de Fevereiro a banda editou o EP "Devour" em formato digital com três temas produzidos por Paulo Lopes nos Soundvision Studios, em Vila do Conde.

Os Survive The Wasteland dão seguimento à fase de promoção de "Devour" com várias actuações, sendo a próxima no dia 20 de Abril no auditório do Mercado Negro.

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quarta-feira, abril 17

[concerto] TIAGO SOUSA (neoclássica, piano)


quinta-feira, 18 abril '13
concerto > piano/neoclássica > auditório > 23h00 > €3

TIAGO SOUSA [pt]

Reconhecido primeiramente pelo trabalho de editor desenvolvido com a netlabel Merzbau — que lançou nomes da dimensão incontornável de um B Fachada ou um Noiserv — TIAGO SOUSA tem vindo a revelar-se, desde a sua estreia a solo, já há 6 anos atrás, como um dos mais fascinantes músicos nacionais.
Depois de lançar Walden Pond's Monk, pela editora Norte-Americana Immune, prepara agora o primeiro disco de piano solo Samsara, a acontecer no início de 2013, pela mesma editora. Um disco intrincado e de narrativa complexa, que pega neste conceito da filosofia oriental para construir uma peça arrojada e emocionante que marca pela forma harmoniosa como Tiago consegue equilibrar os opostos. Entre o romantismo do século XVIII e a música contemporânea do século XX. Os concertos desta tour serão apresentados a solo, ao piano.



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