Programação MN


sábado, dezembro 13


Um dos mais jovens festivais portugueses, o ViMus veio preencher uma lacuna no panorama nacional ao dedicar-se ao vídeo musical, exibindo videoclips e videoconcertos, passando ainda pelo documentário musical. A segunda edição, que contará com uma extensão no Mercado Negro, teve entre os seus premiados vídeos de Yeah Yeah Yeahs, MGMT, Feist, Simian Mobile Disco, bem como dos portugueses Dead Combo, Sizo e Sean Riley & The Slowriders, entre outros, com a categoria de Melhor Videodocumentário Internacional a ser vencida pelo britânico Adam Clitheroe com o seu fascinante e divertido "One Man In The Band".

www.festivalvimus.wordpress.com

quinta-feira, dezembro 11


CONCERTO INDIE POP/FOLK. 22h30 no auditório do Mercado Negro.
entradas a 4 euros. reservas para: mercadonegro.correio@gmail.com

THE PARTISAN SEED O projecto de Filipe Miranda, o nome que também estava por detrás dos extintos Kafka, não é estranho ao Mercado Negro, com uma passagem anterior que deixou na memória um grande concerto. Se na altura acabava de lançar o primeiro álbum, agora regressa para apresentar o belíssimo "Indian Summer", segundo álbum e segundo pretexto para a imprensa, que se tem entretido a elogiar o lugar próprio que Filipe Miranda ocupa na música portuguesa com as suas canções despojadas e melodiosas.

www.myspace.com/thepartisanseed

"Um compositor original no contexto da música portuguesa." Público

"Partindo da simplicidade instrumental que confere corpo às canções, Filipe Miranda vai acrescentando cores e desconstruindo estruturas, através dos sons menos prováveis."
Diário de Notícias

terça-feira, dezembro 2


CONCERTO GUITARRA ACÚSTICA. 22h30 no auditório do Mercado Negro
entradas a 5 euros. reservas para: mercadonegro.correio@gmail.com

"Finally, somebody has something to say on the acoustic guitar that hasn't been said before."
Ben Chasny (Six Organs Of Admittance)


Ao longo da última década, o americano Jack Rose tornou-se provavelmente o mais conhecido do punhado de músicos que, nas pisadas das lendas John Fahey e Robbie Basho, parecem precisar apenas de uma guitarra para alcançar a perfeição. Habituado a não ser poupado aos elogios da crítica, Jack Rose foi um dos nomes que inspiraram o termo "new weird america", ao que não será estranha a diversidade das suas influências, do folk tradicional aos blues primitivos.

www.myspace.com/jackrosekensington